domingo, 13 de setembro de 2015
Talvez
Talvez você sinta falta dos meu beijos, talvez não. Eu sinto falta dos teus. Tanto daqueles longos que me deixavam sem ar, quanto dos muitos curtinhos que você dava no meu rosto. Talvez você sinta falta do meu cheiro, meu abraço, minhas palhaçadas e meu sorriso; talvez não. Eu sinto falta de tudo isso em você. Sinto falta do cheiro que eu sentia sem querer quando te abraçava, do teu abraço apertado de saudade quando a gente se encontrava. Do abraço apertado de amigo quando eu tava triste e queria chorar. O teu sorriso que só eu sabia roubar mesmo quando era em cócegas forçadas. Talvez você sinta falta do meu olhar brilhando apaixonado quando você chegava, talvez não. Eu sinto falta do teu. Do jeito que você sorria com os brilhando, pequenininhos apaixonados e não conseguia fazer ou falar nada sem antes me dar um beijo. Talvez você guarde com zelo todos os momentos bons que a gente teve no coração, talvez não. Eu guardo! Guardo na minha cabeça todo dia quando acordo e toda noite enquanto deito. Não guardo fisicamente , presentes ou cartas. Não lembro da tua letra bem desenhada. Me lembro dos meu erros de português quando tento te escrever algo que seja perfeito. Não lembro de nada que se toca. Me lembro de tudo que se sente. Talvez você me amasse, talvez paixão, talvez não. Mas eu te amo, e ainda sou apaixonado. Talvez o amor devesse ser mais simples, talvez não devia existir regra sobre como o amor tem que ser. Talvez o amor não seja perfeito, talvez não. Talvez esse texto seja pra você, talvez não. É pra mim... Talvez eu seja você escrevendo pra si mesmo. Lembra daquela tal vez? O amor não tem talvez, o amor é certeza.
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